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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Redes Sociais (Grupo Estouro)

Resenha de “Das redes sociais à inovação”

O artigo foi escrito por Maria Inês Tomaél, professora do Departamento de Ciência e Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Adriana Rosecler Alcará , professora do Departamento de Ciência da Informação da UEL e Ivone Guerreiro Di Chiara, professora do Departamento de Ciência da Informação da UEL. As autoras no artigo relacionam informação, conhecimento, aprendizagem organizacional e inovação e o resultado da interação destas.
Inicialmente é discutido a o papel das redes sociais na vida do indivíduo e o papel das redes sociais na vida do homem contemporâneo. A citação de Costa et alii (2003, p. 73), “é uma forma de organização caracterizada fundamentalmente pela sua horizontalidade, isto é, pelo modo de inter-relacionar os elementos sem hierarquia” resume bem a ideia inicial do artigo, que relaciona as diferentes informações compartilhadas na rede social dependendo da pessoa que a utiliza e a função que esta pessoa exerce.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Redes Sociais (1)

TEXTO 1:

http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/as-redes-sociais-digitais-necessidade-ou-vicio-8jnamnfke5oj65eam8x5a3d5a

Com o advento dos aparelhos móveis e a ampliação dos recursos dos celulares, a expansão da internet se dá de forma assustadora e seu uso passa de esporádico para instantâneo. Essa evolução, ao fortalecer o paradigma de “computador onde a pessoa se encontra, a qualquer hora e lugar”, referindo-se aos aparelhos móveis, modifica também comportamentos como o chamado “vício eletrônico”.
Antes, a expressão indicava o vício das pessoas que não conseguiam se deligar de seus computadores para entrar nas redes sociais, jogar, fazer comentários ou verificar o que está sendo postado. Hoje, a situação se torna mais complexa e alarmante. Basta observar ao redor: pessoas caminhando e usando celular; pessoas em bares e restaurantes que não interagem com outras pessoas, mas com seus aparelhos. Crianças e adolescentes conectados o tempo todo. Adultos usando aparelhos de comunicação em festas e cerimônias formais. Imagens sendo postadas e divulgadas em cada momento. O chamado vício agora se irradia: as pessoas podem acessar suas informações em qualquer lugar e horário, pois carregam os aparelhos consigo.